domingo, 17 de janeiro de 2016

A Origem da Mitologia Grega

A destituição de Urano.







Filosofia



A antiga Grecia ficou famosa pela beleza de suas cidades e pela cultura que agradava tanto a gregos quanto a troianos. A Filosofia e a Religião fizeram da Mitologia Grega conhecida pelo mundo inteiro.


Gregos eram politeístas e acreditavam na encarnação dos deuses, estes que experimentaram sentimentos humanos, tal como: o amor, o ciumes, o ódio e o rancor. Segundo os filósofos Hesíodo e Homero (citados como principais autores), os Deuses participam do cotidiano e da vida das pessoas, as pragas e as enfermidades seriam uma manifestação do desagrado deles. Para manter os contentes deveriam realizar constantes oferendas em sua homenagem.


Os Deuses formam uma Elite Espiritual e estão presentes em todas as forças da natureza, sejam elas conhecidas ou não. Segundo os gregos, os Deuses atuam em todos os ramos da natureza: na psique, na ciência, na sociedade, no clima, na saúde, etc...


A Mitologia trata das questões humanas e tenta explicar com parábolas a origem do Universo. O texto é dirigido a psique e a espiritualidade mais elevada, esta que sobrevive as fronteiras do tempo e o espaço, eternizando os heróis que existem dentro e fora de cada um de nós.

A queda dos Titãs.


Caos - O Inicio



Antes de todas as coisas existentes reinava o Caos, o Primeiro de todos os Deuses Primordiais: uma massa obscura e poliforme que continha em seu interior a semente para todas as coisas do universo. Do Caos originou- se os primeiros Deuses da Mitologia Grega, dentre eles: Gaia (a Mãe Terra) que para se sentir completa (cheia de graça e amor) gerou sozinha a Urano (o Céu) e o desposou.


Gaia e Urano - Amor e Ódio



No relacionamento entre Gaia e Urano; nasceram 12 Titãs: gigantes com poderes assustadores, assim como seus pais eles também representam alguma coisa na natureza; nasceram os Ciclopes, gigantes de um olho só e extremamente fortes; e também os Hecatônquiros, que possuíam 100 braços e 50 cabeças.


Urano olhou as terríveis criaturas que nasceram do seu relacionamento com Gaia e com medo as colocou de volta no ventre materno. Os Filhos foram o principal motivo de desentendimento entre eles, Gaia não suportou a indiferença de Urano e o amor se transformou em intensa magoa e dor.

Com raiva, passou a tramar contra o amado e pediu ajuda aos Titãs para destronar o pai. Apenas Cronos (Titã do Tempo) aceitou ajudar a mãe: ele acertou um golpe de foice que arrancou os testículos do pai, depois o destituiu do cargo e assumiu o controle do universo. Então arremessou os testículos do pai ao mar e deste episodio nasceu Afrodite, Deusa da Beleza e do Amor.



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Os Três Porquinhos

Porquinhos Felizes.
Introdução

Esta história narra os acontecimentos da vida de três porquinhos que resolvem sair de casa para cuidar da própria vida. A fábula tem sua origem no folclore Inglês, mas foi amplamente divulgada pelo escritor Australiano, Joseph Jacobs em 1853 e com uma versão animada pela Disney em 1933. No Brasil, os porcos receberam os nomes de: Cícero, Heitor e Prático.



A História - Os Três Porquinhos



A Herança

Prático, Heitor e Cícero são três porquinhos que receberam da mamãe porquinha uma herança de família. Eles dividiram a herança em partes iguais e decidiram que o melhor era construir cada um a sua própria casa.


Os Três Irmãos

Cícero era o mais novo e era conhecido por ser pão duro e preguiçoso. Gostava apenas de “brincar e cantar”. Então decidiu fazer uma casa de palha e barro que terminou de construir em poucas horas para sobrar a tarde para brincar e pular no quintal.

Heitor era o irmão do meio, mais esperto que Cícero. Ele decidiu construir uma casa de madeira para não tomar tanto tempo e render o dinheiro para comprar a mobília. Gastou o dia todo para construir a casa e no final da tarde juntou- se a brincadeira com Cícero.

Prático era o mais velho e gastou toda a herança para construir uma casa feita de alvenaria. A obra durou varios dias e enquanto isso seus irmãos zombavam dele. Durante a obra, Heitor advertia que o lobo mau andava por perto; mas enquanto falava, era interrompido por Cícero que zombava mais ainda...e foi assim até o último dia da obra.


Cícero e O Lobo Mau

Um dia apareceu o Lobo Mau e todos os porquinhos se esconderam dentro das casas. O lobo foi até a casa de Cícero e bateu varias vezes na porta até Cícero responder:
  • Vá embora Lobo Mau! Meu pai é o Leão e vai chegar logo. - Disse Cícero, tremendo de medo.
  • Leão não tem filho porco, seu mentiroso! Abra a porta ou derrubarei a casa. - Respondeu o Lobo.
Cícero não abriu e de dentro da casa ouvia- se o lobo enchendo o peito de ar… segurou e assoprou com tanta força que o telhado se espalhou pelo céu e a parede se desmanchou no chão. Apavorado, Cícero correu para a casa do irmão Heitor.

Heitor e O Lobo Mau

Heitor ouviu os gritos do caçula e antes de trancar as portas, os dois se esconderam de baixo da mesa. Quando o Lobo Mau chegou, apresentou- se como um porquinho dizendo:
  • Abram a porta amigos, eu sou um porquinho e também estou fugindo do Lobo Mau. - Disse o lobo.
  • Mentira. - Responderam os dois.
  • Deixem- me entrar ou assoprarei a casa até derrubar. - Gritou o Lobo.
Os porquinhos ficaram mudos e mais uma vez o lobo assoprou, até que uma hora a casa não aguentou e caiu. Os dois porquinhos correram para se esconder na casa do irmão Prático.

Prático e O Lobo Mau

Os três entraram na casa de Prático antes de trancar todas as portas e fechar todas as janelas. Quando o Lobo Mau chegou apresentou- se como vendedor de biscoito, dizendo:
  • Algum de vocês gostaria de comprar biscoito, peguem uma amostra grátis. - Disse o lobo.
  • Não estamos com fome. - Responderam os três.
O Lobo ficou impaciente e perdeu o disfarce:
  • Deixem- me entrar um pouco e eu prometo poupar um de vocês - Disse o Lobo.
  • Não temos medo de você. - Respondeu Prático.
O lobo assoprou: uma, duas, três… dez vezes, mais a casa de Heitor não caiu. Continuou tentando até o cansaço: chutou a porta e empurrou a parede, mas a casa era firme e não cedia. Tentou entrar na casa pela chaminé, mas Prático ascendeu a lareira e o lobo queimou o rabo, gritando de dor: subiu de volta pelo vão para ir embora e nunca mais voltar.
Porcos se divertindo.
Os três irmãos viveram felizes juntos porque a casa era grande e cabia todo mundo, o lobo nunca mais voltou e eles passaram a cantar juntos a cantiga do Lobo Mau:

”Quem tem medo do Lobo Mau?
Lobo Mau, Lobo Mau!
Quem tem medo do Lobo Mau?
Lobo Mau, Lobo Mau!”


Os Três Porquinhos - O Filme



quarta-feira, 30 de setembro de 2015

As Aventuras de Pinoquio

Pinoquio, boneco de Madeira.
As Aventuras de Pinoquio (1883), de Carlo Collodi (Florença, Itália). Conta a história da transformação de um boneco de madeira em menino de verdade, esta incrível fábula sofreu diversas adaptações ao longo dos anos sem perder o fundamento principal da obra, os estúdios da Disney lançou o filme em 1940 que não acompanha de forma fiel a obra original.



Um Pedaço de Pau Falante

Mestre Cereja era um carpinteiro que pegou um pedaço de madeira para fazer um pé de mesa, ao tocar com o machado este respondeu, pensou estar ficando louco quando recebe de surpresa a visita do amigo, mestre Gepeto. Mestre Cereja presenteia o amigo com este pedaço de pau falante e Gepeto retorna para casa com a ideia de transforma- lo num boneco.

A Nomeação


Logo no inicio decide chama- lo de Pinoquio, acreditava que este nome lhe daria sorte, Gepeto conhecera uma família inteira de Pinoquios: pai, mãe e filhos, onde o mais rico pedia esmola. Recém formado, o boneco foge para longe do mestre e depois de uma confusão na rua, Gepeto é preso e Pinoquio volta sozinho para casa.

Um Grilo Sussurrante


Um Grilo aconselha o impaciente Pinoquio, ele é pouco tolerante e atira um martelo que esmaga a cabeça do bicho. Sai pra mendigar nas ruas por não encontrar comida dentro de casa e ganha um banho de agua fria. Então ascende uma fogueira, adormece e esquece o pé de madeira dentro do fogo.
Quando Gepeto retorna pra casa, Pinoquio inventa que seus pés foram comidos por um gato, Gepeto conserta o boneco e vende o pouco que tem para comprar- lhe um livro e assim o boneco poder estudar.


O Teatro dos Bonecos de Pau


Cheio de sonhos, faz planos para o futuro: no primeiro dia  aprender a ler, no segundo a escrever, no terceiro os números e assim por diante, uma coisa de cada vez. No caminho escuta a música do “Grande Teatro dos Bonecos de Pau”, ele troca o livro por um ingresso para assistir o show de Polichinelo e Arlequim.
Durante o espetáculo é reconhecido pelos bonecos e o diretor “Come - Fogo” pendura- o na parede para depois usa- lo como lenha pro jantar, mas ao ouvir os gritos do boneco ele se compadece e no outro dia após ouvir sua história, da- lhe 5 moedas de ouro para entregar ao seu pai.


A turma do Pinoquio.
A Raposa e O Gato Cego

No caminho é convencido por uma Raposa e um Gato Cego a plantar as moedas para colher frutos de ouro, mas antes vão ao albergue para comer fartamente as custas do novo amigo. Decidem encontrar- se no “Campo dos Milagres” e Pinoquio vai sozinho pela escuridão, uma voz avisa para não acreditar em riqueza fácil, era o espirito do Grilo falante...
No caminho é emboscado por assaltantes e se esconde numa casa onde encontra uma linda menina de cabelo azul, ela diz que todos os moradores estão mortos, inclusive ela. Ao pedir ajuda é brutalmente agarrado pelo pescoço e levado para ser enforcado fora da casa.

A Menina e os Médicos

A menina pede para um falcão liberta- lo da morte e o “Cão Medoro” leva- o para dentro da casa para ser atendido pelos médicos: um Corvo, uma Coruja e um Grilo, eles não sabem dizer se Pinoquio está vivo ou morto.
Ao ouvir um soluço, o Corvo prognóstica a cura: Pinoquio recusa o remédio amargo, mas aceita um bocado de açúcar, mas ao ver 4 coelhos vestidos de coveiros sente medo e toma o remédio.
Pinoquio conta a sua história para a menina, ele mente tanto que inventa de tudo e a cada mentira que conta seu nariz cresce mais e mais. Envergonhado tenta fugir mas seu nariz é tão grande que não passa pela porta, a menina chora desconsolada e pede para que milhares de pássaros biquem seu narigão até voltar ao normal.

A Fralde


Ao sair da casa encontra com a Raposa e o Gato Cego, foram juntos até “O Campo dos Milagres” onde semearam as moedas, depois se retiraram e Pinoquio aguarda na cidade. Mas não ouve colheita e as moedas tampouco estavam lá, então o boneco volta pra a cidade decidido a denunciar os criminosos.
Procura pela justiça, mas o Juiz era um Gorila e condena o boneco à cadeia. Por sorte,
naquele tempo, o Rei comemorava uma grande vitória e ordena libertar todos os prisioneiros, Pinoquio deseja ver a menina de cabelo azul, mas no caminho depara com uma cobra que da- lhe o bote e o boneco desmaia.


A Fada


Depois de acordado sente fome e é preso por invadir uma fazenda, o dono libera- o após ajudar a prender as raposas que roubam. Chegando a casa da menina, descobre que ela está morta “de tanta dor por ter perdido seu irmão: Pinoquio”.
Surge uma ave gigante dizendo que Gepeto foi ao mar para procurar o seu filho que está perdido, leva Pinoquio até o mar e este salta no oceano para salva- lo. Nada a noite toda e acorda em uma ilha onde encontra uma fada: este conta- lhe o sonho de se tornar humano e ela revela que se ele for um bom menino o seu sonho se tornará realidade.


A Dificuldade


Pinoquio estuda para ser um bom aluno, porém cultiva amizades com crianças travessas e eles o convencem a “matar aula” para ver um tubarão morto na praia, os meninos brigam e na confusão um deles é acertado com um livro e cai. Os guardas soltam o “Cão Alidoro” para prender Pinoquio, este pula no mar e se esconde dentro de uma caverna.
Voltando para casa da Fada é recebido por uma Lesma que leva a noite toda para abrir a porta, ele fica nervoso, chuta a porta e fica com o pé preso.


A Terra dos Brinquedos.
A Terra dos Brinquedos

Na rua encontra seu amigo Pavio, este fala sobre a Terra do Brinquedos: um lugar onde ninguém precisa estudar ou trabalhar… apenas brincar o tempo inteiro. Ouve- se uma carruagem chegar: era conduzida por um simpático Anãozinho e puxada por 12 burros calçando chinelos enquanto algumas crianças festejam dentro do carro, Pavio insiste e os dois embarcam nesta viagem.
Os meninos ficam encantados com a “Terra dos Brinquedos” e a farra dura por meses até que um dia acordam com orelhas de burro e aos poucos vão se transformando em burrinhos até ficarem mudos e começar a zurrar. Entram em desespero até o cocheiro chegar, este que era na verdade um homem inescrupuloso que seduzia crianças para transforma- las em burros.

Trabalho Exaustivo


Pinoquio é vendido para um circo para trabalhar e vira a atração principal do espetáculo, mas depois de um acidente durante o show, fica aleijado e o diretor do circo vende- o para um coureiro, que amarra- lhe o pescoço e atira- o de um penhasco para que morra, mas quando puxa de volta aparece o boneco que salta e foge a nado.


Pai e Filho


Ao ver uma cabrita lembrou da menina de cabelo azul, mas ao se aproximar é engolido por um enorme tubarão. Dentro do peixe encontra seu Pai sentado numa mesa comendo peixinhos, eles planejam a fuga e vão até a boca do animal que solta um espirro e os dois são expulsos de dentro.


Transformação em Menino de Verdade.
Um Menino de Verdade


Pinoquio consegue abrigo em um barraco e sai a procura de alimento pro Pai, no caminho encontra o Gato, que de tanto fingir ficou cego de verdade e a Raposa que até a Cauda vendeu. Arrumou emprego e com o que ganhava ajudava o Pai e a Fada que também estava doente.

Uma noite sonhou com a Fada e com um beijo transformou- lhe em menino de verdade: então Gepeto melhorou, o barraco virou uma linda casa e seu trocados se transformaram em ouro.

sábado, 5 de setembro de 2015

O Vampirismo

O Vampirismo consiste em um conjunto de métodos para explorar a vitalidade de outro individuo. Tornou-se um estilo de vida para movimentos ocultistas e um objeto de estudo para a teologia e filosofia, neste contexto: o vampiro não suga o sangue por meio de uma mordida, porém alimenta-se da e da bondade de suas vítimas.
Vampiros se caracterizam pelo apego aos bens materiais e as riquezas do mundo terreno, costumam desprezar os princípios que regem as divindades celestiais, ignoram a moralidade e por consequência desfazem da obra divina, provocando danos graves a terceiros. São considerados parasitas da humanidade, esbanjam saúde a custa das vítimas, que depois de rendidas se submetem sem resistência alegando obter alguma recompensa.


“Vampiros são cadáveres que à noite saem de suas tumbas para sugar o sangue dos vivos, tanto pela garganta como pelo estômago, depois de satisfeitos retornavam para as respectivas tumbas. As pessoas sugadas definham, empalidecem e consomem-se; por outro lado os sugadores tornam-se rosados, exibindo um excelente apetite” - Dicionário Filosófico – Voltaire.

Criaturas das trevas utilizam o vampirismo ao seu favor para tirar proveito de pessoas em diversas situações. Demônios, bruxas, zumbis, dentre outros aperfeiçoam métodos de dominação afetiva, moral e espiritual para condicionar os hospedeiros a sua vontade e agir nos moldes do inferno.
Para conseguir com êxito sua missão, procuram por algum meio de entrada que geralmente é uma fraqueza de espírito ou uma falha de personalidade e caráter. Quando cumprem o primeiro passo exercem pressão física e psíquica no hospedeiro até ele se render a sua vontade e obedecer ao comando. Alguns relatos sugerem ataques durante o sono, extraindo a energia vital de suas vítimas enquanto elas dormem.

Na Literatura


O Vampiro é descrito como uma criatura fria, de hábitos noturnos e que possui intolerância ao sol (sintomas da Raiva, uma doença transmitida por morcegos e outros animais). Sua pele é descorada e cianótica, mas ao sugar o sangue das vítimas revigoram e tornam-se saudáveis, por outro lado as vítimas: desdenham, adoecem ou morrem.
Alguns relatos sugerem que o Vampiro fez um pacto com o diabo para alcançar a juventude eterna e como castigo ficou impossibilitado de andar a luz do dia. Dizem que a sua alma foi levada para o inferno e que o seu reflexo não pode ser visto através do espelho, ele seduz a homens e mulheres que ficam hipnotizados e não percebem a verdadeira intenção deste parasita.Na maioria das obras, os vampiros não pisam em solo sagrado e são repelidos por itens religiosos. Acredita-se que Deus tenha o poder de proteger seus súbditos com uma espécie de blindagem, o Espirito Santo que inibe ações do mau.

O Processo de Hipnose


Vampiros induzem a fazer o que desejam e ao que não podem fazer por si mesmo, as vítimas quanto mais obedecem, mais submissos se tornam. Um fluido magnético derrama-se sobre o campo mental e neutraliza a vontade do sujeito, assim as células nervosas ficam subjugadas a força invasora.

Vampira.

A Psicanálise


Para especialistas: os vampiros representam os desejos do inconsciente humano, mecanismos de defesa como o amor, a culpa e o ódio. Alimentam a ideia do retorno dos mortos ao mundo dos vivos para visitar seus familiares e cônjuges, também a de justiça e purificação, como a condena a morte por meios cruéis e o livramento da alma.


A Troca Espiritual de Energia


Todos nós somos responsáveis pela qualidade energética do planeta, também por manter limpos os bens da terra, do ar e da mente. A prática do bem rompe com sentimentos inferiores e trás paz para quem pratica, por outro lado, o vício e a imoralidade torna-se aliado perfeito para o desenvolvimento de espíritos malignos, já que quando afastado de Deus o demônio encontrará suas vítimas com mais facilidade.
Para os espíritas, os Vampiros possuem uma carga energética muito negativa e necessitam de alguém que suprima sua carência de positividade, subtraem a energia de pessoas boas e descarregam enorme negatividade. Existem dois tipos de parasitas espirituais: os Encarnados, sujeitos de carne e osso e os Desencarnados, falecidos que não desapegam dos bens materiais e retornam para obter a energia que necessitam.



 “O parasitismo espiritual é um processo de obsessão que pode ocasionar danos àquele quem se faz hospedeiro, levando-o à loucura ou até mesmo à morte.” - Espiritismo de A a Z, Obsessão/Desobsessão: profilaxia e terapêutica espíritas.9 ed. Rio: FEB, 1994.

Deve-se preparar o corpo e a mente em auxilio de quem sofre, porque ao deslocar nossas energias abrimos nosso campo espiritual e ficamos susceptíveis a invasões indesejáveis. Deve ser feito de forma sábia, do contrario haverá perda de energia e um desgaste emocional desnecessário, procurar ajuda em igrejas costuma ser sempre um bom aliado.


Tipos de Vampiros


  • Os Apegados que não se libertam do mundo material e se vinculam aos que vibram na mesma faixa como: prostitutas, alcoólatras e viciados.
  • Os Obsessores que por vaidade ou ódio ligam-se às vítimas para impor seus pensamentos, esta permanece hipnotizada e acolhe-os como se fossem seus.
  • Os que se ligam ao conjugue, como na novela de Jorge Amado: “Dona Flor e Seus Dois Maridos” onde o falecido nutre-se dos fluidos vitais da esposa viva.
  • Os Encarnados, pessoas vivas e sem princípios que se apoderam da vitalidade das vítimas.


Considerações Finais


A Cruz, a Fé e a Esperança.
A troca de energia espiritual entre as criaturas de Deus é comum e ocorre de forma necessária e imperceptível, como ondas eletromagnéticas que rodeiam a terra e não são percebidas. A muito a se estudar sobre o Vampirismo, pois a matéria abrange um campo muito extenso da espiritualidade e suas aplicações podem ultrapassar a barreira do que é ético e moral. Apesar de considerar maligna a ação do vampiro, a troca espiritual pode ser usada para fins benéficos, como trazer conforto e paz.